sábado, 30 de agosto de 2008

... De tanto amor..


Te quero, mas sei que não te quero, pois te odeio.

Te odeio do gritar até o calar, do comparecimento até à ausência.

Da insônia até os sonhos do meu sonos...

Pelo tanto que não fomos, por tudo que fizemos, por nada que ousamos..

Odeio essa fúria passional que me bole por fora mas também por dentro.

Este ódio que vem de tanto amor...