Eis o tempo da transformação: fragmentar o pensamento em suspiros sobressaltados e deles recolher luz.
Tempo de pousar o silêncio na carne e estancar o grito na boca. De encarar as efemeridades do espírito,
Encerrar-se em si mesmo e da coisa alguma restada prover-se de uma nova existência.
Ora, não somos nós que, porventura, temos a fraqueza dos medos, mas também a força dos sonhos?
Coragem que brota das mãos, certeza que mina do peito?