Num tronco de árvore,
Para que o vento
O pudesse ler …
O vento passou
Nem sequer o leu;
Por que esse, o vento,
Só sabe gemer!
Escrevi meu nome
No chão da estrada,
Para que a nuvem
O pudesse olhar …
Chorou essa nuvem
E, nesse momento,
Apagou meu nome,
Com o seu chorar!
Escrevi meu nome
Lá, no Infinito,
Para o imenso Céu
O poder mirar …
Olhou-o o Céu
E, nesse belo Azul
Fitei meu olhar,
Pedindo, em silêncio,
Para me levar …!