Apenas... Imagino coisas quando nos olhamos, beijos que trocamos, carinho, os abraços, faces unidas, olhares que não escondem o sentimento que nos atrai. Corpos que já se conhecem, que se tocam, se querem; não se importam com a ética, completamente insensíveis ao nosso freio moral. Acima de tudo, a consciência plena de que não evoluirá disso, nada mais, além de uma bela e consistente amizade. Mas, nem tudo controlo; humano, mesmo sem querer, fantasio o lugar em que acontece, de onde me chamas, estudado impulso; vou quase correndo, num pulo, há ninguém que nos impeça, te chegas bem junto a mim e me declaras o teu amor. Talvez já saibas o que sinto, jamais o confessarás, és sábia; e demasiado nobre para isso, muito menos eu, não tão nobre... Enquanto isso, meu amor aguarda; fazer o quê? Não o domino, espera um dia, não tanto, um beijo apaixonado, só! quem sabe? Apenas... sábado, 25 de outubro de 2008
Apenas
Apenas... Imagino coisas quando nos olhamos, beijos que trocamos, carinho, os abraços, faces unidas, olhares que não escondem o sentimento que nos atrai. Corpos que já se conhecem, que se tocam, se querem; não se importam com a ética, completamente insensíveis ao nosso freio moral. Acima de tudo, a consciência plena de que não evoluirá disso, nada mais, além de uma bela e consistente amizade. Mas, nem tudo controlo; humano, mesmo sem querer, fantasio o lugar em que acontece, de onde me chamas, estudado impulso; vou quase correndo, num pulo, há ninguém que nos impeça, te chegas bem junto a mim e me declaras o teu amor. Talvez já saibas o que sinto, jamais o confessarás, és sábia; e demasiado nobre para isso, muito menos eu, não tão nobre... Enquanto isso, meu amor aguarda; fazer o quê? Não o domino, espera um dia, não tanto, um beijo apaixonado, só! quem sabe? Apenas...