quinta-feira, 24 de setembro de 2009
Derivo perdido na imensidão do oceano que és tu, chamo-te e não me ouves, grito e não me escutas, desisto e não percebes que fiquei ali, pelo caminho, entregue ao sal das tuas lágrimas, o corpo dorido, e a esperança derramada, dissolvida nessa água. E tu? Onde estás? Já não me sentes, quiçá! O mundo é imenso, tanto quanto o mar que eu navego, e quantas almas perdidas, procuram ser encontradas, antes do final das vidas