quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Onde as estrelas se fundem

És tu, que no teu silêncio me escutas, que na tua distância me sentes, que na tua solidão me esperas. Sou eu, aquele que voa pelos céus ao teu encontro, que a cada Noite te abraça no vazio da tua alma, que a cada dia dorme em ti. Teu corpo abandona-se às agruras da vida, tua alma mata a sede do prazer que te negam nas palavras deste suco, deste néctar que te ofereço. Juntos, somos uma noite qualquer, onde as estrelas se fundem com o brilho dos olhares que nelas se fixam estarrecidamente, perdidos, na esperança de se encontrar.