segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Soneto de Amor Total

Amo-te tanto, meu amor... não cante
O humano coração com mais verdade....
Amo-te como amigo e como amante
Numa sempre diversa realidade.

Amo-te afim, de um calmo amor prestante
E te amo além, presente na saudade.
Amo-te, enfim, com grande liberdade
Dentro da eternidade e a cada instante.

Amo-te como um bicho, simplesmente
De um amor sem mistério e sem virtude
Com um desejo

Driblas os sóis
Embelezo do cosmo
Sostens em cada mão
Corações de planetas
Ordenas as constelações
Ninadas no teu colo
Herói que pressinto
Em cada sonho, em
Cada noite desvelada.
Íris latejante da minha entranha
Dóis na ansiedade, na lembrança,
Onde vou, onde estou, desejando-te