terça-feira, 24 de dezembro de 2013

Lobo solitário



É noite
O silêncio esmagador, a gritar minha dor.
Chama-me a correr
Và Lobo solitário...
Sobe a colina
E uiva sem parar!
Meu peito e um sacrário, minha vida  um coração, os meus gemidos serenos
Uivarei  na  madrugada ... até  que  se  percam no nada.
Sucumbindo à solidão.
Onde  anda  minha amada,
Aquela por quem chamo,
Que sem conhecer ja amo.
No compasso da loucura, em plena noite escura nesta  vida  até aurora,
mergulhei agora com minha alma de lobo, na lua prateada antes que ela va embora.
Os  uivos se perdem na escuridão, minha  sina é esta solidão.
O noite  malvada pois es o canto de minha amada com o despertar do dia e  esta poesia.